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São várias as questões que tem sido debatidas no decorrer nesta fase de campanha às Presidenciais.

Dessa forma, o GreenVision sentiu a necessidade de explorar o que pensam os nossos candidatos sobre um tema cada vez mais corrente e de interesse a todos os cidadãos, o ambiente e a necessidade de serem desenvolvidos esforços na obtenção de um futuro mais sustentável.

Várias questões foram colocadas aos candidatos (fonte:planetazul), dos quais responderam Fernando Nobre, Francisco Lopes e Manuel Alegre.

“O tema ‘ambiente’ é cada vez menos um tema isolado, autónomo, e cada vez mais uma parte fundamental de qualquer iniciativa, projecto, debate ou política pública. E ainda bem”, lembrou Fernando Nobre. E a ideia aqui era precisamente essa, envolver o ambiente nas eleições presidenciais e saber, por exemplo, quais as prioridades ambientais detectadas pelos candidatos nestes tempos de crise. “Entre as prioridades ambientais que mais me preocupam e que assumi no meu Contrato Presidencial está o ordenamento do território”, garantiu Manuel Alegre, num texto enviado por email. “O combate à desertificação e o reequilíbrio entre o litoral e o interior constituem um desafio estratégico para a igualdade de oportunidades, para a preservação da agricultura e do mundo rural, para o combate aos fogos florestais, para a salvaguarda dos nossos valores ambientais e para um desenvolvimento sustentável”, acrescentou o candidato apoiado pelo PS e Bloco de Esquerda.

Fernando Nobre lembrou que apesar da questão do ambiente estar quase sempre presente ainda não está “de forma definitiva e global”, como deveria estar. “Provavelmente quando deixarmos de falar de ‘ambiente’ como algo à parte do nosso desenvolvimento social e económico, teremos melhores notícias para o nosso ambiente. Em termos gerais, é esse o meu desígnio, o que procurarei também inspirar quando for Presidente da República (PR), reduzindo a nossa dependência do betão, da ocupação costeira e das práticas industriais invasivas, e apostando decisivamente na educação ambiental”, completou o presidente da AMI.

Francisco Lopes tem outras preocupações. Na opinião do candidato do PCP, as políticas ambientais devem ser feitas “ao serviço do país e do povo e não ao serviço apenas de alguns”, como tem acontecido. “Cabe assim ao PR uma atitude vigilante, de impedimento da delapidação dos recursos naturais, defendendo a soberania nacional, fazendo cumprir a Constituição da República Portuguesa nesta matéria”, justificou.

 

Energia e paradigmas

Apesar da abstenção dos candidatos na resposta a este questionário (de 50 por cento), Fernando Nobre, Francisco Lopes e Manuel Alegre contribuíram para o debate com ideias bastante distintas. E, quando questionados sobre se a estratégia energética do Governo baseada nas energias renováveis teria pernas para andar, cada um puxou para o seu lado. Francisco Lopes falou de necessidade de “reassumir pelo Estado do seu papel” e defendeu “outra política energética”. “Só uma reorganização empresarial das fileiras energéticas do sector público, que deve recompor a cadeia de valor das empresas de electricidade e de gás natural, desagregada pelas reestruturações levadas a cabo pelos governos PS e PSD, garantiria uma política energética sustentável”, assegurou. Fernando Nobre está mais optimista: “Portugal é respeitado internacionalmente por essa aposta, pública e privada, ao nível da sua iniciativa e dos seus resultados, que é de louvar”.

Por outro lado, Alegre lembrou que era necessário “um novo paradigma, uma nova estratégia de desenvolvimento”, com vista a “proteger e valorizar os nossos diferentes patrimónios: a História, a cultura, a língua, os sítios, as paisagens, a fauna, a flora, a biodiversidade”. “E a diminuição da factura energética do nosso país, que é imprescindível, terá de fazer parte, não apenas das políticas nacionais mas também das escolhas e padrões de consumo de todos os portugueses”, constatou.

Fonte: Planetazul

Olá Pessoal.

Antes de tudo queremos deixar aqui os votos de Bom Ano de 2011 e que todos os vossos projetos se concretizem.

Aqui vos deixamos um interessante artigo (euronews) com um tópico interessante de práticas para o desenvolvimento sustentável.

Nas próximas décadas, talvez haja mais casas como as que existem em Aarhus, Dinamarca, no recém-construído bairro de Lystrup. Aqui, 50 pessoas vivem em apartamentos que usam e controlam a energia de uma forma racional.

“Eu vivi numa casa que era muito antiga e que tinha buracos nas paredes. Era muito fria. Eu tinha de usar imensas camisolas, mas aqui é muito quente, também graças ao bom isolamento”, diz Agnete Dorph-Jensen, inquilina de um dos apartamentos.

Com a mudança de casa, as despesas com o aquecimento passaram de mais de 200 euros por mês, para menos de 50, quando o inverno é muito frio.

“Temos células solares, para as luzes exteriores, para os espaços em comum e lavandaria. Se houvesse células solares no telhado, seria perfeito. Aí, poderíamos poupar imensa electricidade”, afirma Agnete Dorph-Jensen.

A casa onde vive diminui até 70% as necessidades energéticas, graças às tecnologias definidas no SHE – Sustainable Housing in Europe. O projecto-piloto da União Europeia, que envolveu quatro países, pretende demonstrar a viabilidade da habitação sustentável do ponto de vista económico, ambiental, social e cultural.

“É muito, muito simples poupar energia. Sabemos como fazê-lo. Aqui temos quase 100% de materiais renováveis. Noventa por cento das casas são feitas de madeira”, sublinha o coordenador dinamarquês do SHE, Palle Jorgensen.

Mil e trezentos quilómetros a sul, em Viena, outro projecto da União Europeia tenta desenhar a cidade do futuro. O desenvolvimento urbano tem em conta as mudanças climáticas, as emissões de CO2, o uso do solo. O modelo, que inclui o conceito de metabolismo urbano, é desenvolvido sob a coordenação de Christof Schremmer.

“Esta é a extremidade da cidade que tende a tornar-se um subúrbio… Baixa densidade, um tipo de construção na periferia da cidade, e devemos evitar isso. A cidade de Viena tenta evitá-lo, mas ainda há muitas lacunas para colmatar”, realça Schremmer.

De acordo com a análise das tendências, nos próximos 40 anos, Viena vai crescer 54% em termos de áreas urbanas, usando 100 quilómetros quadrados de terreno. Com o modelo elaborado, a expansão custará menos 80 por cento.

“Até agora, em desenvolvimento, temos mais ou menos três abordagens distintas: o planeamento dos transportes é uma coisa, a eficiência energética dos edifícios é outra e a concepção arquitectónica, em termos de qualidade, é a terceira abordagem. Com este projecto, tentamos ver como é que estas três abordagens podem ser combinadas no futuro desenvolvimento das cidades”, explica o coordenador do Sustainable Urban Metabolism for Europe.

À procura do metabolismo urbano, os investigadores definiram alguns pontos críticos, onde acções racionais reduzem dramaticamente o impacto ambiental.

“Se pudermos fazer três ou quatro viagens por dia numa área como esta, sem sair da cidade, não necessitamos do carro. E usamos, claro, muito menos energia, não há emissões de CO2, não temos de usar tanto terreno. Portanto, isto é eficaz em muitos aspectos”, garante Schremmer.

O Sustainable Urban Metabolism for Europe (SUME) envolve uma parceria de instituições de nove países e dois continentes. O objectivo é definir como os futuros sistemas urbanos podem ser projectados de uma forma menos prejudicial para o ambiente do que a actual.

Estas investigações científicas têm objectivos específicos, como a redução dos consumos ou da poluição. Desenvolvem também a consciência ecológica das pessoas envolvidas, como é o caso de Agnete Dorph-Jensen: “Ao viver aqui, podemos ajudar o planeta. Acho que isso é muito importante. Mas estamos tão longe da cidade que necessitamos de ter um carro. Acho que se tivéssemos um carro para partilhar, seria perfeito.”

A experiência de Aarhus criou as condições para a existência de uma interacção com as políticas locais. A partir desta abordagem, o município já está a definir os próximos passos, como revela o arquitecto da Câmara Municipal, Niels-Peter Mohr. “Também queremos fazer novas cidades. Temos quatro cidades em estudo e todas elas estão relacionadas com o novo sistema de linhas de eléctrico. Desta forma, os futuros cidadãos de Aarhus, poderão ter um novo sistema de eléctrico e viver numa casa que é sustentável, como as que viram”.

Além da Dinamarca, o projecto envolve Itália, Portugal e França, onde outras experiências-piloto estão localizadas.

Ao evidenciar sustentabilidade económica e ecológica, estas construções cooperativas devem disseminar um novo modelo construtivo a adoptar em construções futuras.

“Demos a possibilidade aos políticos de dizerem que já não é ficção. Agora, podemos mudar os regulamentos e leis de construção, baseando-nos neste tipo de projecto”, diz Palle Jorgensen.

Casas mais ecológicas e cidades sustentáveis estão na base destes projectos, que pretendem demonstrar que é possível desenvolver formas de planeamento e construção menos prejudiciais para o ambiente.

Fonte: pt.euronews

Símbolo da harmonia entre o Homem e a natureza, o Parque Nacional da Peneda – Gerês é uma partilha permanente de actividades e sentimentos das gentes, aliada à natureza das inóspitas montanhas de granito moldadas pelo tempo. As águas correm cristalinas pelos ribeiros e o ar puro envolve a grande diversidade da fauna, flora e fungos, proporcionando um movimento contínuo de calma e prazer.

Entre o Alto Minho e Trás-os-Montes, a Serra da Peneda em conjunto com a do Gerês, constituem a única área protegida portuguesa classificada como parque nacional.

O Núcleo

Regional do Porto da Quercus organiza, nos próximos dias 06 e 07 de Novembro um fim-de-semana de partilha com o meio envolvente indo à descoberta de algumas espécies micológicas que abunda

m nesta altura. No dia 06 além da visita guiada à ETAR de Parada de Bouro, os participantes poderão contribuir para o projecto criar bosques apanhando bolotas que serão posteriormente plantadas.

 

 

Carlos Venade, conceituado estudioso de fungos (e não só) fará uma breve apresentação do tema e de seguida parte-se à descoberta deste grupo de seres vivos fascinante.

Mais uma iniciativa, Passeios Verdes!

 

Programa:

1º Dia

09:00 –  Encontro na Estação de Metro da Casa da Música (Junto à paragem coberta de autocarros)

10:45 – Chegada à ETAR de Parada de Bouro

11:00 – Inicio da Visita Guiada

13:00 – Chegada ao Parque de Cerdeira

13:15 – Piquenique (cada participante deverá levar farnel)

14:30 – Apanha de Bolotas – Contribuição para o projecto Criar Bosques

17:00 – Regresso ao Parque

19:30 – Jantar (prato de peixe/ carne/vegetariana, água ou refrigerante, pão, sopa e sobremesa)

20:45 – Breve Introdução à Micologia

21:30 – Alojamento no Parque de Cerdeira

2º Dia

09:30 – Pequeno-Almoço (1 pão c/ manteiga ou queijo ou fiambre, 1 copo de leite com café, simples, ou com chocolate)

10:00 – Inicio do percurso à descoberta dos Cogumelos

12h30 – Paragem para almoço (cada participante deverá levar farnel)

13h30 – Continuação da interpretação dos Cogumelos

16h00 – Regresso ao Parque da Cerdeira

17h00 – Fim do Programa

Inclui: seguro de acidentes pessoais, visitas guiadas, documentação, jantar, pequeno almoço e dormida em camaratas. (http://www.parquecerdeira.com/pt/campismo).

Boleias organizadas – Se tiver boleias para oferecer ou precisar de boleia por favor referir no acto de inscrição.

Recomendações: Aconselha-se o uso de calçado confortável e vestuário apropriado à época do ano.

Data limite para as inscrições: 01 de Novembro (Limitadas)

Preço:

Sócios – 45€

Não sócios – 50€

Pagamento: Transferência bancária para o NIB: 0035 0730 0003 2687 6307 6

Numerário – na sede do Núcleo Regional do Porto

Observações: As inscrições só serão válidas após envio de confirmação de vaga.

Contacto Inscrições/Informações:

Célia Vilas Boas

Tel: 222 011 065 Tlm: 931 620 212

Correio electrónico: passeiosverdes@gmail.com

URL: http://porto.quercus.pt

Horário: Segunda a Sexta: 9h00 – 13h00 e das 14h00 – 18h00
http://porto.quercus.pt

ZED Factory pela 1ª vez em Portugal

ZED Factory, o atelier responsável pelo projecto BED ZED, o aclamado bairro britânico com edifícios de baixo impacto ambiental, vai estar dia 23 de Outubro nas II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável, no Porto

No passado dia 18 de Setembro deram início as II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável no  Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett no Porto.

No segundo painel a 23 de Outubro, o tema incidirá sobre os “Materiais e Tecnologias Sustentáveis”. O objectivo passa por dar a conhecer e promover materiais amigos do ambiente utilizados na construção como por exemplo o bambu e a palha, assim como tecnologias passíveis de melhorar, entre outros, o desempenho energético do edifício. É o caso do atelier ZED Factory, que estará pela primeira vez em Portugal para nos apresentar um caso prático de um quarteirão. Autor do projecto Bed Zed, este atelier tem desenvolvido uma prática inovadora, projectando edifícios com baixo impacto ambiental, onde o edifício fornece a sua própria energia sem recorrer a combustíveis fósseis ou a energia nuclear.

No segundo painel destacam-se ainda as apresentações do primeiro edifício na Península Ibérica com a Certificação Leed de nível “Gold” da Sonae e a apresentação do arquitecto Ignasi Pérez Arnal , autor do livro “Eco-Materiais”.

Esta II edição das Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável prima pela apresentação de novas soluções tecnologicamente sofisticadas e de casos de estudo com grande impacto no âmbito do sistema arquitectónico nacional. Um dos principais objectivos das jornadas é o de visar e explanar soluções que ajudem a incrementar, de uma forma eficaz, uma arquitectura realmente sustentável. Este evento tem sido uma oportunidade valiosa para técnicos e estudantes contactarem com novas tecnologias e comunicarem em primeira mão com os principais pioneiros da área da construção sustentável.

As II Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável tem como mecenas principal a ADENE, Agência para a Energia e a Soares da Costa e como mecenas das Jornadas a Natura Towers e a Mapei. Conta ainda com o apoio da Câmara Municipal do Porto, da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos, da Ecoemotion e da GCI.

Mais informações em http://jornadasquercus.com .

 

Agir para salvar a Terra. Histórias de quem luta pela Natureza.

 

Fonte: http://aeiou.visao.pt/visao-edicao-n-919-14-outubro-2010=f575506

Ao contrário do que possa parecer, as primeiras semanas de Agosto não foram sinónimo de férias. O Planetazul esteve no Festival Sudoeste (SW) TMN e Boom Festival e não foi para beber copos e apanhar sol. Os festivais de Verão dizem que estão mais sustentáveis e nós fomos descobrir se sim ou se é simplesmente uma manobra de distracção disfarçada pelo pó. Veja as reportagens no SW na quarta-feira (25) e Boom Festival na sexta-feira (27).

Bandas e agentes incontactáveis, iluminação e som, espaços de estacionamento e acampamento, palcos, chuveiros e patrocinadores. A organização de um festival tem de cumprir um sem número de tarefas até se começar a ouvir o ruído da guitarra, o burburinho da multidão.

Recentemente, uma outra variável juntou-se ao conjunto de coisas a ter em conta antes da realização de um evento deste tipo: a sustentabilidade. Em Portugal, neste último ano, esta preocupação tornou-se uma realidade. Desde os brindes ambientais do Rock in Rio, até à preocupação com a preservação do meio ambiente do debutante Lisbon Unplugged (só em Setembro), passando pelo apoio à cegonha negra dado pelo Delta Tejo.

Transversalmente a quase todos eles surge a EDP, que andou pelos festivais sensibilizar os melómanos para o uso sustentável de energia. Delta Tejo, Optimus Alive, Super Bock Super Rock, SW e Super Bock Surf Fest tiveram uma barraca da empresa onde os festivaleiros deixaram testemunhos do que pensavam sobre o ambiente e do que gostariam de mudar no planeta. Para além disso, a eléctrica compensou a emissão de CO2 em todos os eventos referidos.

Noutra realidade parece estar o Boom Festival. O festival de Idanha-a-Nova foi considerado pelas Nações Unidas como um dos mais importantes a nível mundial na aplicação de soluções sustentáveis e foi convidado para integrar a United Nations Environmental and Music Stakeholder Initiative (M&E). É o único festival português neste organismo e também o único de cultura independente, sem apoios comerciais.

Ao portal AmbienteOnline, Paulo Martins, do Laboratório Nacional de Energia e Geologia, lembrou que a consciência ambiental nas promotoras de eventos é bastante recente. Mas há que começar algum dia… E, ao que parece, os adeptos de acampar para ouvir música estão a gostar também deste despertar ecológico. Pelo menos, acreditando numa sondagem realizada no mesmo portal: cerca de 37 por cento dos votantes garantiram ter em conta as práticas sustentáveis quando decidem ir a um festival de Verão e frisaram que esta questão os “preocupa imenso”.

Problemas a resolver

De acordo com a organização “A Greener Festival” – criada para ajudar os festivais que se queiram tornar mais sustentáveis –, 68 por cento do CO2 produzido nestes eventos resulta da deslocação da banda, técnicos e milhares de festivaleiros para o recinto. Porém, há muitos mais problemas a resolver além da não utilização de transportes suaves.

A agência Plano1 Comunicação, especialista em marketing promocional, enumerou algumas medidas simples para reduzir o impacte ambiental dos eventos. É uma espécie de lista de tarefas a cumprir para se tornar um festival sustentável. “Hoje, não se trata de oferecer apenas mais uma opção para produzir um evento. Muitos anunciantes exigem que a agência contratada utilize alternativas que poluam menos o meio ambiente, até para criar consciência ambiental nos seus profissionais durante o evento”, lembrou o director da agência Maurício de Almeida Prado.

A Plano1 acha necessário realizar-se a substituição de materiais (utilizar estruturas modulares reaproveitáveis), neutralizar o carbono (recorrendo a uma empresa para o efeito), oferecer brindes “verdes” (autocolantes a dizer “Apoio o comércio justo” e outras manifestações do género), reciclagem (assumimos que toda a gente saiba o que é, certo?) e campanhas educativas (para associar a marca a “atitudes positivas e correctas” e consciencializar o público).

A “A Greener Festival” não dá cinco etapas, mas três de grande importância: disponibilizar transportes públicos (através de acordos com empresas de transportes de forma a incentivar as pessoas a utilizá-los), reduzir o lixo (utilizando, a título de exemplo, copos reutilizáveis e não de plástico) e tentar abastecer o festival com produtos da região.

Já sabemos como avaliar um festival “verde”, vamos ver como se portam o SW e o Boom Festival.

Fonte: Planeta Azul

Green Festival